Ariana Grande dando “Problem” para as inimigas – e ainda com participação de Iggy Azalea!

downloadAriana Grande surgiu como uma surpresa teen no ano passado, com o lançamento de seu debut single “The Way”, um R&B/pop com o throwback 90’s lembrando os melhores momentos de Mariah Carey – tanto que sua voz adocicada e poderosa foi comparada com a de Mimi várias vezes. Já conhecida do público adolescente pelas séries da Nickelodeon “Victorious” e “Sam & Cat”, sua carreira como cantora acabou apresentando a jovem de 20 anos a um público mais extenso – o que colaborou para uma recepção positiva de seu álbum de estreia, “Yours Truly”, um delicado trabalho R&B/pop que mistura de forma sensível e nostálgica o R&B dos anos 90 com o doo-wop e o pop inocente dos anos 50.

Mas agora a menina cresceu e mostra suas garras numa faixa nem um pouco docinha. “Problem” é o lead-single do novo álbum, ainda sem título, que foi lançado em cima de um hype incrível à meia-noite de hoje (horário brasileiro) no iTunes e já chegou à primeira posição, destronando o monster hit “Happy”, de Pharrell Williams, após dez dias de pré-venda que mostraram o poder de Ariana. Desta vez, Ari vem acompanhada pela rapper australiana Iggy Azalea, numa faixa que eu só posso dizer que é um SMASH HIT pronto de verão, pronto para marcar a posição da jovem como uma das mais talentosas de sua geração – e o principal, sem deixar suas raízes R&B de lado e apostando numa pegada  mais urban.

 

Primeiramente, esse saxofone viciante que os ouvidos mais apressados lembram logo de “Talk Dirty”, um dos grandes sucessos deste ano. Ainda tem essa batida urban smash pegajosa que vai destruir nas boates e nas festas do mundo inteiro. A música, de versos simples, indo direto ao ponto no refrão mais poderoso (vocalmente e na capacidade de grudar feito chiclete) dos últimos tempos – uma breakup song com a qual todos se identificam facilmente, e fatalmente será dublada por qualquer ser humano normal no Youtube e nos Vines da vida. O refrão se encerra com o sussurro do Big Sean (parceiro anterior de Ariana em “Right There”, do primeiro álbum), o “one less problem without ya” mais sexy do último mês, além desse break com saxofone pra tirar a dignidade da gente no meio da pista.

E ainda pra coroar, o rap da Iggy Azalea, totalmente em sintonia com a música, os versos mais inspirados numa faixa pop neste ano, com a habilidade da australiana em soar mais interessante num featuring que nas próprias faixas do “The New Classic”. A referência a “99 Problems” do Jay-Z é quotável as hell – “I got 99 problems but you won’t be one” e mostra que a faixa foi construída pra hitar e viralizar em todos os públicos.

Mas nada disso seria possível sem a voz impecável da Srta. Grande. Ela sabe, como poucas em sua idade e até mais velhas, a capacidade e as possibilidades de sua imensa voz. O refrão é um desafio pra muitas cantoras, mas a jovem já mostrou ao vivo que consegue lidar com esse refrão de forma muito tranquila. Sua interpretação da música brilha a tal ponto que o featuring de Iggy, que é um dos pontos fortes da canção, não chega a roubar a cena – o que poderia ocorrer, diante da habilidade dos versos da australiana.

“Problem” é um hit pronto para as rádios e para a tendência atual das rádios, e sem fugir do estilo que a revelou, Ariana Grande prova seu talento e mostra que está além de uma estrela teen e pode conquistar muito mais públicos. Dia difícil para as outras!

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Design de um top 10 [3] Tem gente nova na área

O top 10 da Billboard tem novidades! Apesar do monster hit “Happy” ainda permanecer pela nona semana em primeiro lugar no Hot 100, dois novos players estão chegando nas dez primeiras posições mais importantes do chart. Um deles está fazendo bonito tanto nas rádios quanto no digital – e associado ao seu nome forte na indústria, pode ser um dos hits do verão.

Top 10 Billboard Hot 100 (03/05/2014)

1. Pharrell Williams – Happy
2. John Legend – All Of Me
3. Jason Derulo – Talk Dirty
4. Katy Perry – Dark Horse
5. Idina Menzel – Let It Go
6. Bastille – Pompeii
7. DJ Snake & Lil Jon – Turn Down For What
8. Justin Timberlake – Not A Bad Thing
9. Chris Brown – Loyal
10. Lorde – Team

Enquanto Pharrell e seu chapéu, John Legend, Idina Menzel e Bastille se mantiveram em suas posições, Jason Derulo trocou de posições com Katy Perry, Lorde dá adeus com “Team” e um dos prováveis sucessos do verão americano (“Turn Down For What”) já colocando suas asinhas de fora. Apesar dessas pequenas e marcantes mudanças, a maioria dessas canções – exceto pelo single do DJ Snake – já estão em fim de carreira dentro do top 10. Pharrell, apesar de dominar o iTunes, já começa a cair nas rádios, assim como Legend, Derulo e Perry (que já lançou novo single).

Mas é hora de falar de duas músicas que apareceram no top 10 e suas possibilidades de se manterem por lá durante o sempre agitado período de maio-junho-julho nos charts americanos.

 

Chris BrownEnquanto Chris Brown está preso, seu single “Loyal” (com featuring de Lil Wayne e Tyga) subiu duas posições e chegou ao nono lugar na Billboard, graças primeiramente ao desempenho no chart digital, já que a canção, o quarto single do álbum “X” (ainda não lançado) foi lançada nesse formato. A música tem duas versões (East Coast, com participação de French Montana; e a West Coast version com Too Short), além de um remix com Tyga que foi lançado nas rádios e logo depois no iTunes. Neste momento, a música tem subidas tímidas nas rádios (toca especificamente em rádios Urban) e a West Coast está em 74º no iTunes. A canção é basicamente um exemplo da tendência urban que está voltando às rádios, com uma produção bem interessante, mas com uma das letras mais escrotas que eu já ouvi, sobre “vadias infiéis” e “interesseiras”. Se você reclamou da letra de “Talk Dirty”, aquilo ali é um poema de amor em comparação à ruindade e misoginia dessa canção.

Apesar de se encontrar numa boa posição na Billboard, a canção não parece ter vida longa – principalmente se hoje em dia, pra que uma música se mantenha, deve estar muito bem nos dois charts (e a restrição da música a um tipo de rádio atrapalha). Acredito que a chance maior de sucesso de Brown pode ser pelo dueto dele com a teen sensation Ariana Grande ( o chamado featuring “limpa barra”), para que ao menos o álbum do cantor seja lançado.

 

Enquanto isso, Justin Timberlake mostra que o “The 20/20 Experience Part II” tem suas cartas na manga com o terceiro single do Justin Timberlakeálbum, “Not A Bad Thing“. Uma midtempo pop, com influências R&B e uma levada gostosa no violão, tem uma letra romântica e madura, de um cara que está disposto a conquistar o coração de uma garota desconfiada, e uma produção bem coesa com o trabalho realizado por JT nos dois álbuns. A música está com excelente desempenho nas rádios e no chart digital (ao contrário da estranheza que víamos em “TKO”, que subia assustadoramente na audiência mas tinha desempenho ruim no iTunes), e parece não estar perdendo o fôlego. Pelo contrário: há pouco tempo chegou ao top 10 do iTunes, e com a letra de apelo universal e todo o praise obtido por Timberlake no último ano, a chance de se manter durante boa parte do verão no top 10 é grande.

Eu não aposto muito numa primeira colocação porque tem algumas músicas com mais fôlego e capacidade de hitar do que “Not A Bad Thing” (fique de olho em “Fancy”, da Iggy Azealia) – e esse talvez seja o principal porém da música: apesar de ser linda e atingir a todos os públicos, ela não é tão radiofriendly quanto “Take Back The Night” (só pra citar a parte II), e após dois verões com canções lentas/indie/alternativas em #1 (2012) e ritmos retrô inspirados na música disco e no funk oitentista (2013), o público deve estar esperando algo bem mais up pra bombar lá no hemisfério norte.

 

E aí? O que acha dessas novidades no top 10? Qual dessas músicas você prefere, “Loyal” ou “Not A Bad Thing”?

You got punk’d! Katy Perry se esbalda no trash com “Birthday”

Katy Perry Birthday Video

Katy Perry é melhor quando ela abraça o trash, o ridículo e o engraçado – não necessariamente nessa mesma ordem. Foi assim com “Hot ‘n Cold”, “Waking Up In Vegas” (sendo que esses dois eram particularmente hilários se valendo de premissas bizarras – em HNC – ou tragicômicas – como em WUIV) e principalmente “Last Friday Night”. E a moça repete a dose com o vídeo do quarto single do “PRISM”, a solar “Birthday” (coincidentemente tendo como um dos diretores Mark Klasfeld, o mesmo de LFN – o outro diretor do vídeo é Danny Lockwood)

Apesar da música ter um sentido bem dúbio relacionado a aniversários, presentes e afins, Katy foi atrás da mais óbvia referência mesmo: os aniversários, só que lembrando daqueles animadores de festa que às vezes desanimam mais que qualquer outra coisa, encarnando cinco personagens impagáveis: uma velhinha dançarina, um animador de bar mitzvah, um palhaço bêbado, um treinador de animais meio esquisito e uma maquiadora de festa sem noção. Tudo num clima de pegadinha digno do falecido programa da MTV Punk’d (aquele com Ashton Kutcher, lembra?).

Dê play e confira a zoação:

Pra começar, a música é uma delícia – esse dance-pop oitentista com pezinho na era disco é claramente inspirado no ritmo que dominou 2013, mas sem parecer um rip-off. Dá vontade de andar de patins no calçadão no fim da tarde, sério! E o clipe é bem divertido, apesar de, em alguns momentos, o fato da Katy estar destruindo festas infantis e fazendo crianças chorar sem que ninguém (teoricamente) saiba me deixou bem incomodada. Se fosse meu filho, eu teria metido um processo (ou não – vá que Katy tenha feito um pocket show pra compensar, né?).

De longe, os melhores momentos são da Katy dançarina idosa e da Katy MC de Bar Mitzvah, mas valem algumas risadas culposas nas cenas do palhaço de araque. Pelo menos no fim do vídeo, ela se revela e se torna a alma da festa, acabando com o trauma das criancinhas. Os créditos finais são outro achado: engraçados e cheios de malícia, mostram o timing cômico perfeito de Katy (que já poderia estrear como atriz em alguma comédia romântica por aí) e a impressão de que os oito minutos do vídeo passaram rápido. Claro que ela já tinha experiência anteriormente em cenas pós-créditos inspiradas (“Last Friday Night” é o magnum opus da moça), o que torna o vídeo de “Birthday” mais um winner na videografia quase impecável da hitmaker (eu ainda não perdoei o horror de “Dark Horse” nem a preguiça de “Part Of Me”).

E você? O que achou?

 

Lily Allen acerta de novo com “Sheezus”… O clipe

Lily Allen Sheezus Video

E Lily Allen apronta novamente! A ácida inglesa vem com mais críticas e aquele sarcasmo só dela com o vídeo de “Sheezus”, faixa-título de seu novo álbum, com previsão de ser lançado em 5 de maio. Depois da crítica à indústria com “Hard Out Here”, a fofice doida de “Air Balloon” e o vamos-curtir-a-vida de “Our Time”, é hora de mais uma dose de ironias de Lily com “Sheezus”, que ao contrário das três faixas anteriores, é single promocional do CD.

Desta vez, além da música fazer aquela brincadeirinha com o próprio retorno de Lily Allen ao mundo musical, depois de um hiato de cinco anos após “It’s Not Me, It’s You” (com direito a refrão divertidinho citando nominalmente as divas atuais da música), o clipe (que lembra alguma coisa que a M.I.A. faria) mostra Lily cheia de efeitos azuis, vermelhos, com desenhos se formando em torno da cantora – alguns deles emulando símbolos que os conspiradores da internet chamam de Illuminati (afinal de contas, essa é a palavra de ordem em todo clipe ou aparição de cantora pop nos últimos anos), com direito a Lily de diabinho no final, após um bridge bem irônico.  A primeira assistida é meio esquisita, mas depois você vai sendo levado pelo ritmo da música e se divertindo com a surpresa do final.

A música é outro petardinho: um pop com pegada urban e um break delicioso ao som de ha ha has viciantes a cada ouvida, além de versos igualmente bem humorados – com direito ao meu favorito: “It makes me angry I’m serious /But then again I’m just about to get my period/Periods, we all get periods/Every month that’s what the theory is” na maior cara dura.

Confira aqui mais um acerto da Lily Allen:

E aí, ansioso pelo “Sheezus”?

WTF do mês: “Hello Kitty”, da Avril Lavigne

Avril Lavigne Hello Kitty Video

Eu não sei se você ainda lembra, mas a canadense Avril Lavigne lançou um CD homônimo ano passado, que passou em brancas nuvens, mesmo com um dos guilty pleasures do ano (“Rock n’ Roll” e seu clipe cheio de referências pop). Mas a cantora ainda continua trabalhando no CD, e agora lançou o single “Hello Kitty”, apenas para o mercado asiático- por motivos óbvios, e ainda mais com um clipe entupido de referências – desta vez, da cultura pop japonesa.

No entanto, há dois grandes problemas em “Hello Kitty” (música e vídeo): primeiro, a música, apesar de visivelmente inspirada no pop feito lá no Extremo Oriente, tem um arzinho datado que não passa despercebido – pseudo-dubstep em pleno 2014, sério?; e segundo, mesmo num clima divertido e coloridinho do vídeo, Avril parece incomodada o tempo todo (tem que ver isso aí, gente). Pra completar, apesar do esforço em ser divertido (a melhor coisa dele são as japonesas robóticas) o vídeo nunca consegue empolgar de verdade. Além disso, a direção é praticamente amadora (perceba o enquadramento bisonho da câmera numa das cenas da Avril com a guitarra, como a cabeça da mulher é cortada). Cadê o investimento da Epic?

Confira o vídeo:

P.S.: a Avril não vai se desviar dessa vibe menininha mais não?

 

 

Award novo na área! Confira os indicados ao primeiro iHeartRadio Music Awards

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Todo ano, a iHeartRadio – uma plataforma de rádio via internet, que une várias rádios americanas, tanto de música quanto de notícias (além de possibilitar aos usuários criarem as próprias estações) realiza uma noite exclusiva de apresentações, estrelando os artistas mais bombados nas estações naquele ano – através do iHeartRadio Music Festival. Agora, o grupo estende suas atividades com uma premiação aberta ao público chamada iHeartRadio Music Awards, cujos indicados foram escolhidos por votação dos ouvintes – assim como os possíveis vencedores. A premiação vai acontecer dia primeiro de maio, e terá apresentações de gente bem bacana como Drake, Pharrell, Blake Shelton, Kendrick Lamar, Pitbull, Shakira, Thirty Seconds to Mars, Ariana Grande, Luke Bryan, Arcade Fire e Ed Sheeran. UFA! Esse award promete, hein?

Confira os indicados:

Artist of the Year
Imagine Dragons
Justin Timberlake
Macklemore & Ryan Lewis
Maroon 5
Rihanna

Song of the Year
“Hold On We’re Going Home” – Drake ft. Majid Jordan
“Mirrors” – Justin Timberlake
“Radioactive” – Imagine Dragons
“Stay” – Rihanna ft. Mikky Ekko
“The Monster” – Eminem ft. Rihanna

Best Collaboration
“Holy Grail” – Jay Z ft. Justin Timberlake
“Stay” – Rihanna ft. Mikky Ekko
“Suit & Tie” – Justin Timberlake ft. Jay Z
“The Monster” – Eminem ft. Rihanna
“Timber” – Pitbull ft. Ke$ha

Best New Artist
Florida Georgia Line
Icona Pop
Imagine Dragons
Lorde
Macklemore & Ryan Lewis
Passenger

Country Song of the Year
“Boys ‘Round Here” – Blake Shelton
“Highway Don’t Care” – Tim McGraw with Taylor Swift
“It Goes Like This” – Thomas Rhett
“Mine Would Be You” – Blake Shelton
“That’s My Kind of Night” – Luke Bryan

Hip Hop/R&B Song of the Year
“Blurred Lines” – Robin Thicke ft. T.I. & Pharrell
“Hold On We’re Going Home” – Drake ft. Majid Jordan
“Holy Grail” – Jay Z ft. Justin Timberlake
“Pour It Up” – Rihanna
“Started From The Bottom” – Drake

EDM Song of the Year
“Get Lucky” – Daft Punk ft. Pharrell
“Stay The Night” – Zedd ft. Hayley Williams
“Summertime Sadness” – Lana Del Rey ft. Cedric Gervais
“Sweet Nothing” – Calvin Harris ft. Florence Welch
“Wake Me Up” – Avicii

Alternative Rock Song of the Year
“Demons” – Imagine Dragons
“Do I Wanna Know?” – Arctic Monkeys
“Pompeii” – Bastille
“Royals” – Lorde
“Safe And Sound” – Capital Cities

Best Lyrics
“Wake Me Up” – Avicii (Vocals by Aloe Blacc)
“I Love It (ft. Charli XCX)” – Icona Pop
“Say Something” – A Great Big World
“Same Love” – Macklemore & Ryan Lewis
“Wrecking Ball” – Miley Cyrus

Best Fan Army
Arianators – Ariana Grande
Little Monsters – Lady Gaga
Lovatics – Demi Lovato
Mahomies – Austin Mahone
Rihanna Navy – Rihanna
Swifties – Taylor Swift

Antes de correr até o site do iHeartRadio pra votar, vou deixar aqui como aperitivo algumas apresentações do iHeartRadio Music Festival, só pra você entender que a premiação tem altas possibilidades de se tornar bem constante nos próximos anos…

Katy Perry liberando seu Rocky interior com “Roar” em 2013

 

A turma do Aerosmith mostrando força e o velho e bom rock n’ roll com “Cryin'”, em 2012

 

Rainha Negra aka Rihanna sendo sassy em “Where Have You Been”, no festival de 2012

E Lady Gaga performando um clássico de nossos tempos, “Bad Romance”, em 2011

Hip hop para patricinhas, neófitos e afins: Iggy Azalea, “The New Classic”

Cover CD Iggy Azalea The New Classic

A rapper australiana Iggy Azalea está na crista da onda nos últimos tempos: o quarto single do novo álbum “The New Classic”, “Fancy” (feat. Charli XCX) está em 37 na Billboard, com boa recepção nas rádios e no chart digital; será featuring do lead-single da estrela teen Ariana Grande – que vai ser lançado daqui a nove dias – e o álbum está previsto para ser lançado no dia 22 (ao contrário das amigas – leia-se Azealia Banks – que não tem previsão nem de um lead single de verdade), mas o “The New Classic” já pode ser ouvido na rede!

Aproveitei o ensejo para conferir o trabalho de Iggy (nascida Amethyst Amelia Kelly), que estava na minha lista de esperados em 2014, e o resultado final foi mais ou menos o que eu imaginava: uma coleção de músicas com pegada hip hop mas de grande apelo comercial, prontas para as rádios e os iPhones das patricinhas, iniciados no gênero e outras pessoas que não curtem muito hip hop. Isso é ruim? Não, se você fizer o trabalho com competência. E dona Iggy é competente – apesar de três ou quatro fillers num álbum longuíssimo de 15 músicas, o resultado final é bem consistente.

Confira depois do pulo um track-by-track da moça!

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